Mostrar mensagens com a etiqueta futuro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta futuro. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O que quer o Tempo? Quer passar...




Será questão de tempo, ou será o tempo a questão?
Querer, não querer... Esperar, avançar... São tantas as interrogações que diariamente nos perseguem. É que só um tolo nunca teve dúvidas. Eu tenho as minhas dúvidas, bem como também tenho as minhas certezas, pois há coisas que não geram qualquer tipo de dúvida.
Mas e o tempo? O tempo é tão subjectivo... ou melhor, a nossa noção pessoal de tempo essa sim é subjectiva, por isso é que há instantes eternos, minutos intermináveis e horas voláteis e dias relâmpago.
Há realmente tempo para tudo? Sinceramente não creio nisso, creio sim, em termos nós próprios de fazer tempo para aquilo que realmente nos importa, aquilo que verdadeiramente nos toca e mexe connosco. Existem e sempre existirão aqueles que aparentemente "nunca crescem", os que envelhecem aos 20 e os que terão sempre medo de envelhecer. Para eles, e para todos nós, será que é mesmo tudo uma questão de tempo, ou será que o tempo é a verdadeira grande questão que nos incomoda? Somos nós que passamos pelo tempo, ou é o tempo que passa por nós? E se houvessem máquinas para viajar no tempo, seríamos mais ou menos felizes? Não sei... mas certamente a confusão seria muito maior do que já é, com todos a quererem mudar a sua vida e inevitavelmente a vida de muitos outros. Será caso para cantar aquela música "ó tempo volta para trás" ou será caso para dizer, ó tempo deixa-te estar? Enfim... é sempre tentador pensar nos "ses" da vida mas o melhor mesmo é nem nos preocuparmos com o que não podemos mudar, e refiro-me neste caso, ao passado, porque existem bastantes coisas que podemos mudar no presente e no futuro. 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Cães e Gatos



Estive há pouco tempo a falar com uma amiga minha sobre variadíssimos assuntos... tínhamos muita conversa para pôr em dia... e entre esses assuntos, o mais discutido foram os nossos planos de viagem que queremos pôr em prática em breve e, como não podia deixar de ser, falámos também sobre as relações e as ralações, complicações e afins.
Lembrei-me de uma coisa que li e que me fez rir, foi algo dito pelo Eddie Murphy: "os homens são como os cães, se deixados à solta correm, ladram, partem tudo, fazem imenso barulho, o dono põe-no de castigo, o diabo a quatro. As mulheres são como os gatos, fazem pela calada, saem de noite, ninguém sabe onde é que andam, e quando voltam fazem miau e não se fala mais nisso." Achei imensa piada a este "pensamento", embora não o considere uma verdade inquestionável. Acho que há pessoas para tudo, capaz de ter as mais variadíssimas e díspares atitudes e isso não se prende com o facto simplista de serem apenas mulher ou homem. Cada um de nós é capaz de ser "cão ou gato" conforme as situações, ou momentos.
A verdade é que nós somos condicionados sim, em grande parte, nos nossos actos pela forma como fomos educados pela sociedade, porque ninguém nasce mulher ou homem, isto ultrapassando a simples constactação dos nossos atributos fisiológicos / biológicos, a pessoa em que nos tornamos é o resultado de todas as nossas experiências / interacções com o mundo que nos rodeia. Nós somos ao mesmo tempo, agentes e produto das nossas acções e isto acontece desde a nossa primeira inspiração e consequente choro. É a sociedade que atribui um significado ao que significa ser mulher ou ser homem, aos comportamentos, gostos, manias e etcs, não somos nós que nascemos a saber todos estes factos.
Com ou sem intenção, pela acção ou ausência desta, nós fazemos e resultamos em mudança.
As frases feitas até podem ser engraçadas e ser baseadas nalgum fundo de verdade, mas não devem ser encaradas como factos absolutos, as pessoas não são estáticas, embora exista um fio de constância em cada um de nós a que podemos chamar personalidade e que permite prever pelo menos em certa medida algumas das nossas acções e reacções. Os comportamentos são passíveis de ser previstos, pelo menos em parte, mas as pessoas podem sempre surpreender-nos para o bem e para o mal.
Eu já mudei de opinião tantas vezes, já tomei decisões e voltei atrás, já me arrependi de algumas coisas mas nada de muito importante, até porque acho que os maiores arrependimentos são das coisas que não fazemos. Felizmente arrependimentos se os tenho são muito poucos, e não são significativos, tanto que neste momento nem me lembro de nenhum. Já fiz a muitas burradas ou tomei decisões menos sensatas, mas ainda assim não posso dizer que me tenha verdadeiramente arrependido, já que alguma coisa eu aprendi, nem que seja a não repetir os erros do passado.
Juízo... tenho algum... mas não muito confesso, parte de mim ainda se sente como uma criança, embora de tempos a tempos o peso dos acontecimentos me possa fazer sentir como se tivesse 100 anos, mas essa sensação felizmente não dura muito tempo. Sou mais menina que "velhota" e isso permite-me "sacudir o pó" e seguir em frente com uma certa rapidez e facilidade face às dificuldades.
Sou complicada numas coisas e simples noutras, não gosto de receber ordens ou de dar satisfações... E acima de tudo, sou FELIZ porque me sinto amada e protegida por quem mais amo e é isso que me dá leveza e confiança para ser quem sou... e os outros? os outros são os outros...

Estes turnos da noite custam a passar...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A Nostalgia dos Dias...




Nestes últimos dias deu-me para a nostalgia... e parece que a nostalgia também veio ao meu encontro.
Vi tantas fotos antigas, de tantos momentos e situações tão diversas... e por outro lado, tive encontros muito felizes com pessoas que não via há muito tempo, voltei viver situações em que já não me encontrava à tempos... o passado tem andado muito presente nestes dias, e tem sido um "passado presente" muito agradável, só me tem trazido coisas boas.
Sinto-me bem... mas ao mesmo tempo, o passado faz-me pensar sobre o meu futuro, sobre o que por aí vem, parece que a nostalgia desperta ainda mais estas dúvidas existenciais, se é que as posso chamar assim, não sei muito bem o que lhes hei-de chamar...
Ultimamente ando a pensar muito sobre onde me encontro, sobre as coisas que quero e qual o rumo que tenho de tomar para consegui-las... perguntas, muitas perguntas e de escolha múltipla, é isto o que tem andado a ocupar a minha cabeça.
Ainda não tenho todas as respostas, mas tenho uma direcção em vista... É qualquer coisa como ver o que quero no horizonte, mas não conseguir ainda vislumbrar o caminho até lá... tenho de ir dando passinhos pequenos, o que à partida não é mau, excepto quando o que me apetece é correr!
Realmente tenho de treinar a paciência... não ando muito paciente por estes dias... que mania esta de querer tudo agora e já? Não o consigo evitar e isso reflecte-se no modo como me reflecte-se no modo como me relaciono com as pessoas, fico impaciente e por vezes respondo de forma ríspida, e assim que me apercebo de que o fiz, fico aborrecida comigo mesma...
Strange days I live in these days...
Esta inquietude rouba-me a paz de espírito, mas ao menos já sei o que vou fazer daqui a bocado...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Crossroads...



E cá estou eu chegada a mais uma encruzilhada na minha vida.

A escolha está feita... de certa forma escolhi e fui escolhida pelo caminho... não sei onde este novo rumo me vai levar, desconheço o futuro que se aproxima de mim... mas olho para ele de frente sentindo-me cheia de esperança e tranquilidade no olhar típicas de quem está feliz e confiante de que algo bom virá ao meu encontro em breve... não sem um pouco de tristeza, tristeza pelas pessoas que vão ficando inevitávelmente para trás, pessoas com as quais convivia diáriamente e que agora vão passar a ser encontros esporádicos por força das circunstâncias... mas que nunca serão esquecidas! Sei que deixei com elas parte de mim tal como elas deixaram comigo parte de si mesmas...

Mudar é bom, ainda que à partida tal não nos pareça possível... eu bem dizia que me estavam a fazer falta algumas mudanças na minha vida... e parece que a mudança veio mesmo ter comigo, ainda que não inteiramente como eu a desejasse... nem sei bem... tenho alguns sentimentos contraditórios que ainda tenho de integrar... seja como for, venha daí o futuro e muitas coisas boas!

Sinto-me feliz por tudo o que tive oportunidade de receber e dar, aprendi muito, chateámo-nos algumas vezes, mas demos muitas mais gargalhadas juntos e sem esta experiência não seria a mesma pessoa que sou hoje.
Obrigada por contribuirem para o meu crescimento enquanto pessoa, ser humano...
Agora é hora de seguir em frente por um outro caminho... o meu caminho ou caminhos... espero tornar a encontrar-vos na estrada da VIDA...

...grata pelo passado, feliz pelo presente e ansiosa pelas alegrias do futuro...
Inês