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domingo, 16 de agosto de 2015

Mariza - O Tempo não pára



 Já faz um bom tempo que eu não parava por aqui, pelo menos não o tempo suficiente para escrever... a inspiração tem andado fugida, e assim vai passando o tempo, de forma insidiosa e implacável.
Já por várias vezes quis escrever mas houve sempre algo que me impediu... enfim, é porque não tinha mesmo de acontecer.
Com tanta coisa a acontecer... não sei se daqui para a frente será igual ou diferente... a ver vamos... mas hoje apeteceu-me vir dar um olá! 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O que quer o Tempo? Quer passar...




Será questão de tempo, ou será o tempo a questão?
Querer, não querer... Esperar, avançar... São tantas as interrogações que diariamente nos perseguem. É que só um tolo nunca teve dúvidas. Eu tenho as minhas dúvidas, bem como também tenho as minhas certezas, pois há coisas que não geram qualquer tipo de dúvida.
Mas e o tempo? O tempo é tão subjectivo... ou melhor, a nossa noção pessoal de tempo essa sim é subjectiva, por isso é que há instantes eternos, minutos intermináveis e horas voláteis e dias relâmpago.
Há realmente tempo para tudo? Sinceramente não creio nisso, creio sim, em termos nós próprios de fazer tempo para aquilo que realmente nos importa, aquilo que verdadeiramente nos toca e mexe connosco. Existem e sempre existirão aqueles que aparentemente "nunca crescem", os que envelhecem aos 20 e os que terão sempre medo de envelhecer. Para eles, e para todos nós, será que é mesmo tudo uma questão de tempo, ou será que o tempo é a verdadeira grande questão que nos incomoda? Somos nós que passamos pelo tempo, ou é o tempo que passa por nós? E se houvessem máquinas para viajar no tempo, seríamos mais ou menos felizes? Não sei... mas certamente a confusão seria muito maior do que já é, com todos a quererem mudar a sua vida e inevitavelmente a vida de muitos outros. Será caso para cantar aquela música "ó tempo volta para trás" ou será caso para dizer, ó tempo deixa-te estar? Enfim... é sempre tentador pensar nos "ses" da vida mas o melhor mesmo é nem nos preocuparmos com o que não podemos mudar, e refiro-me neste caso, ao passado, porque existem bastantes coisas que podemos mudar no presente e no futuro. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013




É uma pena que não se possa voltar atrás e mudar o que já aconteceu. Seria tão bom poder apagar, corrigir e melhorar o que já lá vai... Os arrependimentos desapareceriam todos! Mas andar para trás também não será com toda a certeza a melhor das opções. E as escolhas, decisões/indecisões difíceis vão continuar a existir sempre. Para termos o bom temos de ter também o mau, os dois são indissociáveis. 
Olhar para trás é às vezes preciso e é importante para que possamos seguir em frente, as nossas memórias são importantes... dão-nos alento e conforto para continuar, boas ou más, são experiências de aprendizagem, não podemos é deixá-las se transformarem em âncoras que nos prendem e até podem arrastar para o fundo do abismo que todos temos em nós. 
Eu só quero tudo, tudo de bom... quero o euromilhões! Paciência e distância das cabras e parvalhões... dias de sol e pé na areia... tempo, muito tempo para quem interessa e faz falta. Quero encontros e não desencontros e descompassos... Quero um paraíso tropical e não um deserto. Quero desconhecer a saudade e as ausências. 
Mas porque é que eu quero o impossível?! 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Tempo voa... ou então não!



O tempo é algo de estranho... passa tão depressa e tão devagar ao mesmo tempo. E é algo que não se consegue possuir, tal como a água que nos escorre por entre os dedos por mais que se tente segurar.
Parece que ainda ontem era uma miúda... hoje sou uma mulher... No entanto, sinto-me a mesma miúda de há 10 anos atrás, mas uma miúda que sente de forma diferente, e isso deve-se a tudo à variedade de experiências que tenho vivido, umas boas, outras más mas todas elas são parte de quem eu sou hoje.
Matei e descartei sonhos antigos, criei e alimentei novos, mantive e ou retransformei alguns outros... mas nunca, nunca deixei de sonhar e traçar objectivos para conseguir o que quero.
O tempo mudou-me e não me mudou ao mesmo tempo... é estranho esta contradição.
Hoje mesmo estou impaciente por algo que ainda vai demorar uns dias a acontecer, e a minha impaciência vai continuar a crescer, mas sei que está próximo. O pior são mesmo aquelas coisas que desejo mas não estão nada certas, essas sim exigem mais paciência.
Este é um tema recorrente para mim, o tempo, já por várias vezes que escrevo sobre ele aqui no blog, e penso que ainda irei escrever sobre ele mais umas boas vezes.

terça-feira, 27 de setembro de 2011


O dia hoje está estranho, não sei dizer se está frio ou calor… está estranho. Parece que o Verão foi mesmo embora e deu lugar ao Outono. Ainda me apetecia mais um bocado de calor, ficar na praia deitada ao sol ou a dar mergulhos. Parece mentira mas já estou a sentir saudades do Verão.

O tempo passa tão depressa, que por vezes nem dou por ele. Faço o meu melhor para aproveitá-lo mas às vezes sinto saudades daquela sensação que tinha em criança de que o tempo passava devagarinho e que os momentos eram eternos… realmente o tempo, ou a noção de tempo que cada um de nós tem é relativa.
Apetecia-me agarrar o tempo nas minhas mãos, mas já o sei bem que tal não é possível, mais fácil seria tentar agarrar água… é por isso que os momentos mais preciosos os tento gravar todos na minha memória para mais tarde poder fechar os olhos e revê-los e tentar experimentar mais uma vez as sensações que me provocaram outrora. Para mim, escrever é também uma forma de tentar capturar e de certa forma reviver esses momentos que são meus.
Será que quero que o tempo volte para trás? Não, não quero, não quero mesmo porque o lugar do passado é lá mesmo, no passado, por melhor ou pior que tenha sido ficou para trás e eu ando para a frente. O passado inspira-me, o presente preenche-me e o futuro estende-me os braços, e eu lá vou dançando com os três. E continuo a querer sempre mais e melhor, e a ser mais eu...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Olhando para o relógio



Olho para o relógio... parece que o tempo é meu inimigo. Não concordo com a definição ou ritmo que ele me apresenta. Há dias em que passa depressa demais, e há outros em que parece não passar de todo.
Foi-se o sono... se é que aqui esteve.
Procuro algo ou alguém que torne as horas mais leves, mas o peso está em mim, não está em mais ninguém, logo ninguém me poderá ajudar a afastar o peso das horas.
Às vezes interrogo-me se haverá algo ou alguém que conheça esta sensação e a possa dividir comigo... será isso possível? e será que o quero?
Não conto com ninguém, não espero nada... e sei que se não for eu a moldar o "meu" tempo, mais ninguém o fará. Não me deposito nas mãos de ninguém, o meu destino não é de ninguém que não meu. Não dou explicações ou satisfações. Faço e sou.

...Até gosto da fluidez e imprevisibilidade do tempo...

E o sono que não vem... de olhos fechados vejo mil cenas em velocidade acelerada... o descanso necessário mais uma vez adiado... mas também, muitas vezes, domir é sobrevalorizado, e se queremos viver e sentir, algo tem de ser posto em segundo plano.
O que fazer ao tempo hoje?

domingo, 19 de dezembro de 2010

O Tempo



O Tempo é algo tão fugidio, irrecuperável e inconstante...
Parece que na maior parte das vezes não chega para tudo aquilo que queremos fazer, por mais que o tentemos esticar e esticar... há sempre algo que fica por dizer ou fazer. Às vezes consegues recuperar, outras vezes não porque o instante era aquele e se perdeu irremediávelmente...
O Tempo não perdoa, ele esquece-se de nós e daquilo que procuramos, embora nós nunca nos possamos esquecer dele salvo em raros momentos na vida em que parece que tudo à nossa volta pára, mas sobre esses momentos não me apetece agora falar.
O Tempo não está nas nossas mãos, somos nós que estamos nas suas mãos, o que não quer dizer que sejamos seus escravos, isto quer apenas dizer que somos livres de agir dentro de alguns limites.
A minha noção pessoal de tempo é hoje diferente daquilo que já foi em tempos, quando era miúda parecia que os dias eram enormes, os verões e as férias eram gigantes e eu adorava. Hoje em dia tudo passa muito mais depressa, o mundo corre, toda a gente corre, ninguém tem muito tempo porque há sempre milhentas coisas a fazer na loucura do dia-a-dia, há sempre preocupações e algo que não corre como esperamos... e por vezes no meio de toda esta loucura podemos esquecer-nos de ter tempo para nós mesmos, para respirar e apreciar os prazeres da vida, as coisas que verdadeiramente nos são caras e nos fazem felizes.
As oportunidades perdidas não voltam, haverão outras, mas as que não aproveitamos, essas não voltam mesmo. Todos nós perdemos uma ou outra, ou mesmo muitas oportunidades, é normal que assim seja, todos temos de lidar com frustrações, e o que importa é que possamos aprender algo com elas e que essas aprendizagens nos tornem mais conscientes da importância da felicidade e mais capazes de aproveitar os momentos de felicidade com que nos deparamos no presente e que nos façam ter a certeza de que tudo muda, tudo evolui e há muita felicidade para ser vivida, é só abrir os olhos e ter vontade.
Ser feliz é preciso, e muito!

sábado, 29 de maio de 2010

Palavras escritas há algum tempo...



Sei que não posso ficar neste "quarto"... a vida é uma sucessão de "quartos"... tenho de ir mas custa deixar para trás algo que me diz muito... mas sei que é preciso... faz-me falta e tem de ser. Ainda assim, não é fácil mas estou a fazer o melhor que posso porque sei que tenho de ir, preciso ver mais, ser mais e melhor... mas... sinto a tua falta, de ti que me preenches este "quarto" de uma maneira da qual nem tens consciência, nem nunca irás ter porque eu não vou nem tentar começar a explicar-te o significado que tens para mim, por inúmeras razões... a única coisa que te posso dizer é que gosto e estou grata por fazeres parte deste meu "quarto"...
Sou alguém melhor e mais completa por ter partilhado contigo todos aqueles momentos, puseste muitos sorrisos nos meus lábios, mudaste o tom de muitos dias... e como tal vais estar sempre comigo esteja onde estiver, seja em que altura for.

Thanks babe ;)

Escrevi estas palavras há algum tempo numa hora de almoço à beira-mar, no meu caderninho que para tudo serve e de que raramente me separo... escrevi-as para mim, tal como tudo aquilo que escrevo e seriam apenas para ser vistas pelos meus olhos, mas tal como naquele dia senti o impulso de as transpor para o papel, agora sinto o impulso de as partilhar aqui no blog, no meu papel virtual... e aqui estão...