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terça-feira, 1 de outubro de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Mas quando é que o calor vem para ficar?! Estou cansada de dias ventosos e noites frias. Provavelmente é impressão minha mas parece que as pessoas andam meio entorpecidas, as coisas não ganham velocidade, pelo contrário arrastam-se! Mas enfim, tal como disse anteriormente, de certeza que deve ser impressão minha porque eu é que estou a transpor para fora o que sinto cá dentro.
Quero o calor, quero acção, novidades, mudanças de rumo rápidas e imprevisíveis... quero fazer planos e ser surpreendida. Estou aborrecida do convencional e do que deve ser... Acho que ando com vontade de partir a loiça e dançar em cima dos cacos!
Ai e que bem que ia agora uma esplanada voltada para o mar, uma salada de polvo e uma garrafa de vinho (ou melhor, algumas garrafas de vinho) divididas com aquelas pessoas que me são mais que especiais...
...Pudesse eu agora beber uma Carlsberg com ele...
Lá está! A falta de calor e de sol dá-me para a saudade e melancolia... penso nas pessoas que desapareceram, em sonhos ultrapassados, em caminhos abandonados... são tantas as coisas que me passam pela cabeça.
Volta calor! Aquece-me e espanta tudo aquilo que de vez em quando retorna e me entristece.
Bem... não tenho tempo para mais...
domingo, 10 de março de 2013
Special people, special places
É incrível como há pessoas que entram na nossa vida e quase sem darmos por isso e sem sabermos como se tornam tão importantes para nós.
São estes encontros fantásticos que trazem um colorido diferente aos nossos dias e noites. Por vezes a passagem dessas pessoas na nossa vida é temporária, mas nem por isso perde importância, antes nos faz apreciar mais ainda e querer ampliar os momentos conjuntos, e a lembrança desses bons momentos permanece ao longo do tempo e consegue sempre pôr-nos um grande sorriso nos lábios e na alma.
A percepção de que o tempo não é eternos e nos foge muito mais rápido do que possamos desejar faz-nos agarrar a vida com as duas mãos e com todos os sentidos, tentando esticá-lo o mais intensamente possível.
Várias são as vezes em que me interrogo qual a razão de ser e acontecer de certos encontros, porquê naquele momento e não antes ou não mais tarde... acho que tudo tem um momento certo para acontecer... nunca saberei quais as razões ou que determinam a ocorrência desses encontros, apenas posso agradecer e muito o privilégio de tais pessoas terem entrado na minha vida e terem deixado uma marca profunda e positiva em mim, por me fazerem mais feliz, mais eu.
Aconteça o que acontecer as minhas pessoas nunca serão esquecidas, fazem parte de mim e podem ter a certeza que deixo parte de mim com cada uma de vocês. Independentemente daquilo que a vida nos possa reservar, ainda que a distância nos separe, vão estar sempre pertinho, pertinho de mim guardadas num lugarzinho especial que reservo só para vocês.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Desabafo
Olho em volta e parece que todos andam à procura do tal amor perfeito e incondicional, e isso vê-se em conversas de café, nas redes sociais, no trabalho... em todo o lado... todos falam, e no entanto parece-me que poucos são os que estão realmente dispostos a esforçar-se e a aceitar o próximo. Parece que só vejo pessoas a queixarem-se e a refilarem que nada lhes corre bem, que são injustiçadas e maltratadas e abusadas. Mas será que essas mesmas pessoas estão dispostas a aceitar o outro tal como é? Sim, porque se nós temos defeitos, também os outros os têm e criticar é muito mais fácil do que tentar compreender e colocarmo-nos no lugar do outro, porque é muito melhor ser o dono da razão e das certezas e poder usar isso para acusar e fazer o outro se sentir mal, porque assim ganhamos, não é? Não sei bem qual é o prémio, mas enfim... cada um sabe de si.
Depois temos as outras pessoas que se rebaixam a tudo, aceitam tudo por mais que lhes custe por medo de perder alguém e ficar só, ainda que "lhes saia mais caro" permanecer onde estão infelizes e anulando-se a si mesmas enquanto pessoas, porque acreditam que mais ninguém lhes dará atenção e as poderá amar e porque ficar só é muito mau e já não têm idade para isso e a sociedade faz certas exigências. Isso é ser feliz? Contentarmo-nos é encontrar a felicidade? Para mim, acho que ter de deixar de ser a pessoa que sou porque alguém não gosta de parte de mim, não é viável. Se alguém gosta de mim, tem de gostar de mim por tudo aquilo que sou, tem de aceitar as minhas falhas junto com as minhas qualidades, tal como eu procuro fazer o mesmo aceitando o pacote completo. Há que fazer um esforço de adaptação um ao outro, sendo que, a atitude de aceitar tudo, inclusive humilhações, faltas de respeito e desconsiderações também não é saudável e devemos fugir dela para o mais longe possível. Cada um de nós tem o seu próprio valor, e precisar de rebaixar outros para se sentir bem consigo mesmo, é lamentável e doentio.
E ainda existem aquelas pessoas que não sabem o que querem, e parece que ficam "em cima do muro" à espera que alguém tome decisões por elas, ou porque têm medo, ou porque não querem dar o braço a torcer e não assumem o que sentem, nem o que querem. E quem não luta pelo que quer também não deve ser muito feliz porque fica apenas a ser um espectador da própria vida, porque não fala nem se chega à frente para obter o resultado que espera... limita-se a ficar estático, e depois se calhar ainda é capaz de reclamar que a vida é uma merda e nada lhe sai bem. Parece que para essas pessoas a vida é "morna" pois não fazem nada com grande entusiasmo, não põem muito de si no que fazem com medo que a bomba lhes expluda na cara, e secretamente invejam outros que (pelo menos) aparentam estar felizes. Acordem para a vida e mexam-se!
Seja como for, parece-me que hoje em dia, muitas vezes as pessoas se respeitam e respeitam as outras cada vez menos. Cada vez há menos tolerância e compreensão, e mais vontade de reclamar, sem verdadeiramente falar e dizer o que se quer e precisa, a quem deve ser dito.
Estou fartinha de conversas vazias de conteúdo e também de tentar falar para as baleias, que parecem ser seres inteligentes mas até hoje não há quem as compreenda.
Enfim... com ou sem razão, apeteceu-me fazer este pequeno desabafo.
Depois temos as outras pessoas que se rebaixam a tudo, aceitam tudo por mais que lhes custe por medo de perder alguém e ficar só, ainda que "lhes saia mais caro" permanecer onde estão infelizes e anulando-se a si mesmas enquanto pessoas, porque acreditam que mais ninguém lhes dará atenção e as poderá amar e porque ficar só é muito mau e já não têm idade para isso e a sociedade faz certas exigências. Isso é ser feliz? Contentarmo-nos é encontrar a felicidade? Para mim, acho que ter de deixar de ser a pessoa que sou porque alguém não gosta de parte de mim, não é viável. Se alguém gosta de mim, tem de gostar de mim por tudo aquilo que sou, tem de aceitar as minhas falhas junto com as minhas qualidades, tal como eu procuro fazer o mesmo aceitando o pacote completo. Há que fazer um esforço de adaptação um ao outro, sendo que, a atitude de aceitar tudo, inclusive humilhações, faltas de respeito e desconsiderações também não é saudável e devemos fugir dela para o mais longe possível. Cada um de nós tem o seu próprio valor, e precisar de rebaixar outros para se sentir bem consigo mesmo, é lamentável e doentio.
E ainda existem aquelas pessoas que não sabem o que querem, e parece que ficam "em cima do muro" à espera que alguém tome decisões por elas, ou porque têm medo, ou porque não querem dar o braço a torcer e não assumem o que sentem, nem o que querem. E quem não luta pelo que quer também não deve ser muito feliz porque fica apenas a ser um espectador da própria vida, porque não fala nem se chega à frente para obter o resultado que espera... limita-se a ficar estático, e depois se calhar ainda é capaz de reclamar que a vida é uma merda e nada lhe sai bem. Parece que para essas pessoas a vida é "morna" pois não fazem nada com grande entusiasmo, não põem muito de si no que fazem com medo que a bomba lhes expluda na cara, e secretamente invejam outros que (pelo menos) aparentam estar felizes. Acordem para a vida e mexam-se!
Seja como for, parece-me que hoje em dia, muitas vezes as pessoas se respeitam e respeitam as outras cada vez menos. Cada vez há menos tolerância e compreensão, e mais vontade de reclamar, sem verdadeiramente falar e dizer o que se quer e precisa, a quem deve ser dito.
Estou fartinha de conversas vazias de conteúdo e também de tentar falar para as baleias, que parecem ser seres inteligentes mas até hoje não há quem as compreenda.
Enfim... com ou sem razão, apeteceu-me fazer este pequeno desabafo.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Dia dos Namorados ou Consumismo?

Olá voltei!
E agora vim escrever um pouco sobre o Dia dos Namorados. Para vocês não sei, mas para mim é uma data que nunca percebi, ou nunca interiorizei muito bem. Então só se ama um dia por ano? Desde quando e porque é que precisamos de definir um dia específico no ano para celebrar o Amor? Para nos lembrarmos de quem gostamos e faz parte de nós? Porque é que neste dia se ganhou o hábito de exigir presentes e marcar jantares de presença obrigatória? É tudo tão artificial e comercial e sem um pingo de espontaneidade... é um dos expoentes do consumismo que provem da globalização.
Eu Amo todos os dias, Amo a Vida, Amo a Minha Vida e as pessoas que fazem parte dela e me fazem ser quem sou, que me apoiam e me dão na cabeça, e amo-as e quero-lhes bem todos os dias.
O Amor não tem dia ou hora marcada, ele simplesmente é! E é uma presença constante todos os dias e noites e é uma dádiva poder ter por perto quem é importante para nós seja ao almoço, de madrugada ou ao fim da tarde...
Não é tão bem melhor surpreender e ser surpreendido por motivo nenhum? Um bilhete, uma escapadela, uma cafezada, uma serenata ao ouvido, um beijo vindo do nada, um jantar com direito a tudo incluindo lingerie e chocolate apenas por que sim, porque apetece e o amor não tem hora marcada nem obedece a moldes pré-definidos para ser exprimido.
Vamos ser felizes e fazer feliz alguém importante hoje, amanhã e depois... sempre, com os noss@s namorad@s, irm@s, pais, amig@s, avós... quem realmente importa.
Beijos e abraços
Inês
Etiquetas:
Amizade,
Amor,
Consumismo,
Dia dos Namorados
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Amor de 4 patas
Não há hipótese... estas coisas fazem-me sempre chorar "baba e ranho"... não há como um amigo de 4 patas para nos devotar um amor tão puro, inocente e fiel...
sábado, 10 de abril de 2010
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