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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Mandar à merda



Por vezes é necessário mandar alguém à merda... não há volta a dar, é necessário e tão bom! Tão libertador, para quem manda e para quem é mandado também pode ser. Há sempre quem precise de um "abre olhos" por assim dizer.

E mandar à merda nem tem necessáriamente de ser com palavras, muitas vezes ignorar, ou um olhar ou um silêncio já diz tudo e traduz-se num estás à espera que eu te mande ou vais andando sozinho? Mas claro, há pessoas que em dadas alturas precisam de ouvi-lo com todas as letras, incluindo nós mesmos para acordarmos para a vida, porque não mandar à merda as nossas inseguranças e pseudo restrições que nos impomos.

Mais que pessoas burras, abomino pessoas que se fazem de burras ou que querem fazer os outros de burros. Ninguém tem culpa das frustrações da vida dos outros, ninguém tem de aturar azias alheias e muito menos faltas de respeito.

Mandar à merda é terapêutico, faz muito bem e pode ser uma espécie da catarse. Claro que mandar à merda, como qualquer terapia, tem de ser utilizada com consciência, não vamos agora sair por aí mandar tudo e todos indiscriminadamente à merda, acabando depois por nos tornarmos nós próprios na pessoa que precisa ser mandada à merda pelos outros. Somos todos livres mas a nossa liberdade acaba onde começa a liberdade do outro, e quem quer ser respeitado só tem de respeitar os outros. Temos de ser capazes de nos colocarmos no lugar do outro mas ninguém tem de comer e calar.

Toca a mandar à merda tristezas e negatividades (o que inclui ou não pessoas). Todos os dias. Várias vezes por dia. É bom e eu recomendo vivamente. Faz bem à nossa sanidade mental e é um acto completamente humano, e eu direi mais ainda, pode salvar vidas ou os dentes de alguém! Salvar vidas porque mandar à merda proporciona um alívio no stress excessivo que toda a gente sabe que é muito prejudicial ao ponto de até ser a causa de ataques cardíacos. Quanto ao salvar os dentes de alguém, também é verdade, isto porque é divino o processo que nos permite sublimar o desejo de agressão convertendo-o num simples vai à merda que logo ali no momento nos dá um certo alívio e descompressão e nos permite não ter um encontro com os senhores agentes da lei e etc... 

Por isso vamos então mandar à merda mais vezes, baixinho, aos gritos ou mentalmente, de acordo com as situações, e vamos ser mais felizes.

Por agora, finalizo este texto com um belo vai à merda! :)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Crónica de uma tia enlouquecida


Há momentos e situações em que a euforia toma conta de nós! Não há volta a dar... é abraçar o momento e aproveitar ao máximo. Ainda bem que existem momentos de pura felicidade e que existem pessoas espectaculares com quem podemos partilhá-los!
Fiquei radiante e senti-me nas nuvens, parecia que não havia mais nada no mundo, apenas toda aquela felicidade eterna.
Há momentos que carregam tantas emoções que são indescritíveis!
Pena só aquela pequena "mancha" que "caiu no pano" perto do final do dia, mas não foi nada que tivesse o poder de estragar tudo o que de bom tinha acontecido.

I'm soooo happy!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Dessert for breakfast




Há dias em que tudo corre bem, logo desde o início... é tão bom acordar cheia de amor, boa disposição e plenitude, vontade de fazer planos, ter esperança, energia e motivação para mudar tudo e fazer melhor, mesmo quando as coisas até parecem que não podiam ser melhores porque já são em si mesmas um pedaço de perfeição...

I love, love, love those small pieces of perfection that sometimes cross my path. Sometimes life can really be perfect with all of it's imperfections... Is there any other feeling better than waking up in a perfect perfect place and state of mind? Some moments are indeed very precious and perfect... it's just like having dessert for breakfast! Why leave the best for last, when we can have the best at all times?


Adoro pequenos-almoços! E adoro sobremesas! E poder juntar ambos é para mim divinal, tal como o é poder viver momentos de pura felicidade e magia sem que nada se intrometa porque todo o mundo se torna secundário ao não pertencer ao cenário idílico daquele momento perfeito como um diamante sem falhas.

Oh... my song is made of sweetness today! 
My decadent dessert breakfast... I want more... I want it all!



sexta-feira, 20 de junho de 2014


É tão bom quando sentimos aquela sensação de plenitude! Adoro sentir que tudo está onde deveria e que o futuro só vai trazer ainda mais coisas boas.
Não há coisa melhor do que nos sentirmos bem na nossa pele.
Neste momento estou a sentir a euforia da antecipação por algo de muito bom.
Estou feliz... e isso não tem preço! E o melhor é que não tarda mesmo nada vou ficar ainda mais feliz! ;)

domingo, 12 de janeiro de 2014


Qualquer um de nós já fez ou disse algo de que depois se arrependeu... até dizem por aí que errar é humano. Às vezes fazemos cada coisa que em qualquer outra ocasião nos pareceria estúpido ou impossível, mas naquele momento se apresenta como a melhor ideia possível. É claro que me arrependo de coisas que fiz, mas acho que me arrependo mais das coisas que não fiz, seja por indecisão, seja por receio do que depois adviria dali.
Ambas as opções me incomodam mas quando não faço algo que poderia ter feito, isso deixa-me um amargo de boca, uma sensação estranha por não saber o que poderia ter acontecido e quais as implicações que tal teria na minha vida actualmente. Por outro lado, também não é bom arrepender-me de algo que fiz e ficar a pensar em como fui estúpida ao ponto de cair naquela asneira, mas nesta situação procuro pelo menos aprender algo para não voltar a cair no mesmo.
Actos impulsivos todos temos, e ainda bem.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Free!




Hoje reencontrei estas palavras e apeteceu-me imenso publicá-las porque acho que condizem perfeitamente comigo no dia de hoje.


QUE NADA NOS LIMITE
QUE NADA NOS DEFINA
QUE NADA NOS SUJEITE
QUE A LIBERDADE SEJA A NOSSA PRÓPRIA SUBSTÂNCIA

Simone de Beauvoir

sábado, 7 de dezembro de 2013

Na minha bolha




Às vezes é difícil distinguir entre a preguiça e a necessidade de descanso. Como saber quando já é demais estar na ronha e "voltar a entrar" no mundo que nos rodeia?
O que é ou quem é que nos arranca "daquele" sítio confortável? 
Na minha bolha só está o que eu quero e quem eu quero... e está-se muito bem ;)
Mas às vezes é preciso... rebentar a bolha! Afinal a minha bolha posso criá-la em qualquer momento que me apeteça.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Porque me apetece dançar...


Porque há dias assim... e porque hoje me apetece imenso dançar e voltar a outros tempos...


Hoje abri o baú, literal e metaforicamente falando. Gosto tanto disto! Hoje dancei e dancei... com tudo a que tenho direito, lenços e outros adereços que me são tão queridos.
Feeling good! ;)

Just dance!

domingo, 10 de março de 2013

Special people, special places





É incrível como há pessoas que entram na nossa vida e quase sem darmos por isso e sem sabermos como se tornam tão importantes para nós.
São estes encontros fantásticos que trazem um colorido diferente aos nossos dias e noites. Por vezes a passagem dessas pessoas na nossa vida é temporária, mas nem por isso perde importância, antes nos faz apreciar mais ainda e querer ampliar os momentos conjuntos, e a lembrança desses bons momentos permanece ao longo do tempo e consegue sempre pôr-nos um grande sorriso nos lábios e na alma.
A percepção de que o tempo não é eternos e nos foge muito mais rápido do que possamos desejar faz-nos agarrar a vida com as duas mãos e com todos os sentidos, tentando esticá-lo o mais intensamente possível.
Várias são as vezes em que me interrogo qual a razão de ser e acontecer de certos encontros, porquê naquele momento e não antes ou não mais tarde... acho que tudo tem um momento certo para acontecer... nunca saberei quais as razões ou que determinam a ocorrência desses encontros, apenas posso agradecer e muito o privilégio de tais pessoas terem entrado na minha vida e terem deixado uma marca profunda e positiva em mim, por me fazerem mais feliz, mais eu.
Aconteça o que acontecer as minhas pessoas nunca serão esquecidas, fazem parte de mim e podem ter a certeza que deixo parte de mim com cada uma de vocês. Independentemente daquilo que a vida nos possa reservar, ainda que a distância nos separe, vão estar sempre pertinho, pertinho de mim guardadas num lugarzinho especial que reservo só para vocês.

domingo, 5 de agosto de 2012

Hoje alguém me disse que estar só é mais fácil do que estar com alguém e é muito mais fácil no sentido em que quando estamos com alguém e com esse alguém partilhamos tudo de nós, apercebemo-nos de que precisamos de amor, e se um dia esse amor acaba, se o perdemos é como se parte de nós morresse ou fosse arrancada. E nesse aspecto, a dor de sentir a falta do amor que tivemos um dia é dos piores sentimentos que podemos experimentar. Daí que seja mais fácil estar só, já que não corremos o perigo de passar por esse "inferno". Mas será que estar só é assim tão fácil?
Tudo tem as suas vantagens e desvantagens, é claro... No entanto, esconder-se e evitar sentir também não deve ser muito bom, e isto vai muito mais além do facto de se estar só ou com alguém, porque podemos supostamente estar com alguém e sentirmo-nos o ser mais sós e desamparado do universo, e essa angustia é muito perturbadora, é uma prisão à qual não é fácil escapar... mas dá para escapar! Por outro lado, alguém que esteja só não é automaticamente alguém infeliz e para estar com alguém só pelo estatuto de fazer parte de um suposto casal ou porque se tem medo de não encontrar mais ninguém, também não é saudável, e acaba por levar a situações extremas de falta de respeito e humanidade. Mais vale cortar o mal pela raíz, sacudir o pó de cima e para a frente é que é caminho!
Estava aqui a pensar e lembrei-me que até foi à pouco tempo que alguém me disse que eu tenho um coração que é uma pedra de gelo, e que nunca ninguém o vai conseguir derreter porque eu não me importo o suficiente com ninguém e esqueço as pessoas muito rápidamente. POW!
Bem, ouvir isto foi uma surpresa para mim, até fiquei atordoada porque nunca me vi como alguém assim. Mas estas palavras ficaram a fazer eco e tenho pensado nisto. Será que algo disto é verdade? Eu continuo a não me ver como um iceberg mas não foi agradável ouvir tal coisa. Enfim...
Este iceberg vai é para a praia ver se derrete!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Desabafo

Olho em volta e parece que todos andam à procura do tal amor perfeito e incondicional, e isso vê-se em conversas de café, nas redes sociais, no trabalho... em todo o lado... todos falam, e no entanto parece-me que poucos são os que estão realmente dispostos a esforçar-se e a aceitar o próximo. Parece que só vejo pessoas a queixarem-se e a refilarem que nada lhes corre bem, que são injustiçadas e maltratadas e abusadas. Mas será que essas mesmas pessoas estão dispostas a aceitar o outro tal como é? Sim, porque se nós temos defeitos, também os outros os têm e criticar é muito mais fácil do que tentar compreender e colocarmo-nos no lugar do outro, porque é muito melhor ser o dono da razão e das certezas e poder usar isso para acusar e fazer o outro se sentir mal, porque assim ganhamos, não é? Não sei bem qual é o prémio, mas enfim... cada um sabe de si.
Depois temos as outras pessoas que se rebaixam a tudo, aceitam tudo por mais que lhes custe por medo de perder alguém e ficar só, ainda que "lhes saia mais caro" permanecer onde estão infelizes e anulando-se a si mesmas enquanto pessoas, porque acreditam que mais ninguém lhes dará atenção e as poderá amar e porque ficar só é muito mau e já não têm idade para isso e a sociedade faz certas exigências. Isso é ser feliz? Contentarmo-nos é encontrar a felicidade? Para mim, acho que ter de deixar de ser a pessoa que sou porque alguém não gosta de parte de mim, não é viável. Se alguém gosta de mim, tem de gostar de mim por tudo aquilo que sou, tem de aceitar as minhas falhas junto com as minhas qualidades, tal como eu procuro fazer o mesmo aceitando o pacote completo. Há que fazer um esforço de adaptação um ao outro, sendo que, a atitude de aceitar tudo, inclusive humilhações, faltas de respeito e desconsiderações também não é saudável e devemos fugir dela para o mais longe possível. Cada um de nós tem o seu próprio valor, e precisar de rebaixar outros para se sentir bem consigo mesmo, é lamentável e doentio.
E ainda existem aquelas pessoas que não sabem o que querem, e parece que ficam "em cima do muro" à espera que alguém tome decisões por elas, ou porque têm medo, ou porque não querem dar o braço a torcer e não assumem o que sentem, nem o que querem. E quem não luta pelo que quer também não deve ser muito feliz porque fica apenas a ser um espectador da própria vida, porque não fala nem se chega à frente para obter o resultado que espera... limita-se a ficar estático, e depois se calhar ainda é capaz de reclamar que a vida é uma merda e nada lhe sai bem. Parece que para essas pessoas a vida é "morna" pois não fazem nada com grande entusiasmo, não põem muito de si no que fazem com medo que a bomba lhes expluda na cara, e secretamente invejam outros que (pelo menos) aparentam estar felizes. Acordem para a vida e mexam-se!
Seja como for, parece-me que hoje em dia, muitas vezes as pessoas se respeitam e respeitam as outras cada vez menos. Cada vez há menos tolerância e compreensão, e mais vontade de reclamar, sem verdadeiramente falar e dizer o que se quer e precisa, a quem deve ser dito.
Estou fartinha de conversas vazias de conteúdo e também de tentar falar para as baleias, que parecem ser seres inteligentes mas até hoje não há quem as compreenda.
Enfim... com ou sem razão, apeteceu-me fazer este pequeno desabafo.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Em estilo de uma breve actualização ao post anterior, felizmente não tenho tempo nem vontade para me dedicar a ruminar perdas, acontecimentos e decisões. Sacudo o pó de cima e para a frente é que é caminho!
E sigo mais uma vez fresca e fofa! :)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Estou triste... estou triste mas aliviada, de certa forma, um peso saiu de cima de mim...
Há coisas que quero e há coisas que não quero...
Às vezes penso que sou de ferro, já passaram tantas tempestades e terramotos por mim e eu continuo de pé.
Por vezes até tenho medo de me transformar em pedra, de ficar insensível e perder os meus sonhos.
E então que dizer de sorrir sem vontade? É do pior... porque por dentro estou triste e existe algo que se partiu, mas por fora a máscara está na sua posição e não permito que caia a não ser quando estou só e quero.
Amanhã é outro dia, e lá vou eu sorrir... não sei é qual dos meus sorrisos vou usar.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Só porque me apetece dizer que estou
FELIZ!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Perdas e trambolhões...


Agora apeteceu-me escrever acerca de uma conversa que tive não há muito tempo com alguém e que me deixou a pensar sobre aquelas alturas da vida que uma situação à partida atraente se transforma numa prisão?
O que fazer quando aquilo ou quem nos deveria fazer felizes (e fez à partida) deixa de o fazer?
O que é que acontece para que o que faz todo o sentido deixe de o fazer (claro que isso não acontece bruscamente, mas sim aos poucos e por isso mesmo é difícil tomar consciência do que está a acontecer até a bolinha de neve se ter transformado numa avalanche mortífera)?
Como é possível que todas as certezas e a sensação de bem-estar tenham dado lugar às dúvidas e à sensação de náusea?
Como é possível que o mundo volte a fazer sentido quando nós mesmo nos sentimos a desintegrar por dentro?
O que fazer quando isto acontece?
Eu sei que na vida há um tempo para tudo, tempo para sofrer e tempo para rir e só nos podemos levantar do chão se antes tivermos caído... mas é que às vezes há com cada queda, daquelas de partir os ossinhos todos do corpinho, mas lá encontramos maneira de nos levantar e erguer a cabeça, cada um à sua velocidade e do seu modo muito particular, porque receitas mágicas não existem.
Há decisões difíceis de tomar... mt difíceis... que implicam perdas umas mais significativas que outras mas no fim, maior perda será enganar-nos a nós próprios, cegar e fechar os olhos para o que nos rodeia... e eu sei-o e sei-o muito bem...
As perdas e os trambolhões que vamos dando podem ser originadas pelos nossos próprios actos, o que muitas vezes faz com que nos voltemos contra nós mesmos, ou elas podem ter uma origem totalmente exterior a nós, o que impede que possamos exercer aqualquer tipo de controlo sobre as circunstâncias e aí a nossa raiva e indignação pode voltar-se para o mundo de uma forma indiscriminada...
Normalmente quando tentamos dar sentido às perdas que vamos sofrendo, sejam elas de alguém, de um ideal, de um projecto de vida, ou o que for, o tempo é importante, é preciso respirar fundo, bem fundo e muitas vezes... temos de tentar juntar os pedaços e curar as feridas o melhor possível, porque embora o nosso mundo interior possa ter ruído, a vida não parou, como não pára nunca, e o melhor que temos a fazer é levantar-nos com a certeza de que as nossas cicatrizes nos acompanham por algum motivo, que é para que não nos esqueçamos do passado e para que possamos enfrentar o futuro com uma nova consciência de que coisas melhores por aí virão...
Porque o dia também não existe sem a noite e os rios desaguam no mar... depois da tristeza vem a felicidade.
Bem... já chega, que não me sinto com muita clareza neste momento...