Porque insistimos em coisas, pessoas, situações que não nos fazem bem?
Que raio de vício este de querer repetir algo que comprovadamente sabemos que além de não nos fazer bem, acima de tudo nos faz mal...
Aqui estou eu neste momento, acordada a pensar nestas coisas, e porquê? Porque mais uma vez caí na asneira de fazer algo que apenas me dá um prazer momentâneo mas cujas consequências menos boas se fazem sentir pouco tempo depois e ainda perduram por algum tempo... Enfim...
Ao longo da vida vamos nos deparando com algumas situações que depois se revelam tóxicas para nós. E o mistério está no que é que afinal nos leva a insistir no que acabamos mais cedo ou mais tarde por descobrir nos faz mal, nos envenena. Será pela lembrança de um tempo em que não nos fazia mal? Há coisas e situações que têm um efeito cumulativo, ou seja, quanto mais nos expomos a elas, mais mal nos fazem. Mas de certa forma, conseguimos delas retirar algum prazer momentâneo, e deve ser esse, junto com a lembrança de outros momentos de satisfação que nos fazem esquecer daquilo que realmente é melhor para nós, e vá de repetir o veneno, e as nossas intolerâncias assim vão crescendo porque nós de certa forma as alimentamos, até porque ninguém nasce intolerante, mas era bom aprender aprender de uma vez por todas a ficar longe do que faz mal.
Quem diria que a minha intolerância à lactose e o meu amor por sobremesas e afins hoje serviria de inspiração para este pequeno post...
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segunda-feira, 7 de julho de 2014
Intolerâncias crescentes
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
É uma pena que não se possa voltar atrás e mudar o que já aconteceu. Seria tão bom poder apagar, corrigir e melhorar o que já lá vai... Os arrependimentos desapareceriam todos! Mas andar para trás também não será com toda a certeza a melhor das opções. E as escolhas, decisões/indecisões difíceis vão continuar a existir sempre. Para termos o bom temos de ter também o mau, os dois são indissociáveis.
Olhar para trás é às vezes preciso e é importante para que possamos seguir em frente, as nossas memórias são importantes... dão-nos alento e conforto para continuar, boas ou más, são experiências de aprendizagem, não podemos é deixá-las se transformarem em âncoras que nos prendem e até podem arrastar para o fundo do abismo que todos temos em nós.
Eu só quero tudo, tudo de bom... quero o euromilhões! Paciência e distância das cabras e parvalhões... dias de sol e pé na areia... tempo, muito tempo para quem interessa e faz falta. Quero encontros e não desencontros e descompassos... Quero um paraíso tropical e não um deserto. Quero desconhecer a saudade e as ausências.
Mas porque é que eu quero o impossível?!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Mais uma partida... e não foi de carnaval!
Por vezes a vida prega-nos cada partida... Num momento tudo está, ou parece estar bem e de repente, do nada pimba! Quando damos por nós temos uma granada nas mãos prestes a rebentar, ou ainda simplesmente rebenta e nós nem demos por ela a cair-nos em cima.
E o mais frustrante ainda é quando somos nós a pagar pela merda que outros fizeram ou fazem. Parece que a responsabilidade é algo que "não assiste" a todas as pessoas. E ter de depender de alguém para resolver uma trapalhada que nem é minha... bem, isso então é algo que me deixa completamente fora de mim. Parece que estou encurralada e essa é uma sensação de que não gosto mesmo nada!
Enfim... eu estou de consciência tranquila e o que podia fazer fiz, mas ainda assim estou inquieta porque existem consequências que me podem vir a afectar caso a irresponsabilidade de terceiros se eleve a um novo patamar. Espero bem que tal não aconteça, seja como for, de momento não tenho outra opção senão confiar e esperar... por agora!
Vamos ver o que se segue...
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