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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Dessert for breakfast
Há dias em que tudo corre bem, logo desde o início... é tão bom acordar cheia de amor, boa disposição e plenitude, vontade de fazer planos, ter esperança, energia e motivação para mudar tudo e fazer melhor, mesmo quando as coisas até parecem que não podiam ser melhores porque já são em si mesmas um pedaço de perfeição...
I love, love, love those small pieces of perfection that sometimes cross my path. Sometimes life can really be perfect with all of it's imperfections... Is there any other feeling better than waking up in a perfect perfect place and state of mind? Some moments are indeed very precious and perfect... it's just like having dessert for breakfast! Why leave the best for last, when we can have the best at all times?
Adoro pequenos-almoços! E adoro sobremesas! E poder juntar ambos é para mim divinal, tal como o é poder viver momentos de pura felicidade e magia sem que nada se intrometa porque todo o mundo se torna secundário ao não pertencer ao cenário idílico daquele momento perfeito como um diamante sem falhas.
Oh... my song is made of sweetness today!
My decadent dessert breakfast... I want more... I want it all!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Intolerâncias crescentes
Porque insistimos em coisas, pessoas, situações que não nos fazem bem?
Que raio de vício este de querer repetir algo que comprovadamente sabemos que além de não nos fazer bem, acima de tudo nos faz mal...
Aqui estou eu neste momento, acordada a pensar nestas coisas, e porquê? Porque mais uma vez caí na asneira de fazer algo que apenas me dá um prazer momentâneo mas cujas consequências menos boas se fazem sentir pouco tempo depois e ainda perduram por algum tempo... Enfim...
Ao longo da vida vamos nos deparando com algumas situações que depois se revelam tóxicas para nós. E o mistério está no que é que afinal nos leva a insistir no que acabamos mais cedo ou mais tarde por descobrir nos faz mal, nos envenena. Será pela lembrança de um tempo em que não nos fazia mal? Há coisas e situações que têm um efeito cumulativo, ou seja, quanto mais nos expomos a elas, mais mal nos fazem. Mas de certa forma, conseguimos delas retirar algum prazer momentâneo, e deve ser esse, junto com a lembrança de outros momentos de satisfação que nos fazem esquecer daquilo que realmente é melhor para nós, e vá de repetir o veneno, e as nossas intolerâncias assim vão crescendo porque nós de certa forma as alimentamos, até porque ninguém nasce intolerante, mas era bom aprender aprender de uma vez por todas a ficar longe do que faz mal.
Quem diria que a minha intolerância à lactose e o meu amor por sobremesas e afins hoje serviria de inspiração para este pequeno post...
Que raio de vício este de querer repetir algo que comprovadamente sabemos que além de não nos fazer bem, acima de tudo nos faz mal...
Aqui estou eu neste momento, acordada a pensar nestas coisas, e porquê? Porque mais uma vez caí na asneira de fazer algo que apenas me dá um prazer momentâneo mas cujas consequências menos boas se fazem sentir pouco tempo depois e ainda perduram por algum tempo... Enfim...
Ao longo da vida vamos nos deparando com algumas situações que depois se revelam tóxicas para nós. E o mistério está no que é que afinal nos leva a insistir no que acabamos mais cedo ou mais tarde por descobrir nos faz mal, nos envenena. Será pela lembrança de um tempo em que não nos fazia mal? Há coisas e situações que têm um efeito cumulativo, ou seja, quanto mais nos expomos a elas, mais mal nos fazem. Mas de certa forma, conseguimos delas retirar algum prazer momentâneo, e deve ser esse, junto com a lembrança de outros momentos de satisfação que nos fazem esquecer daquilo que realmente é melhor para nós, e vá de repetir o veneno, e as nossas intolerâncias assim vão crescendo porque nós de certa forma as alimentamos, até porque ninguém nasce intolerante, mas era bom aprender aprender de uma vez por todas a ficar longe do que faz mal.
Quem diria que a minha intolerância à lactose e o meu amor por sobremesas e afins hoje serviria de inspiração para este pequeno post...
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Vício
sábado, 23 de novembro de 2013
Pleasure and Pain
There is a thin line between pleasure and pain. So, when does the pleasure ends and the pain begins? How can you tell where's the limit? And how long are you willig to cross it? How far and for how long?
Choose one or the other, choose noone and it will choose you.
Flip the coin... can't stay too long in neither side.
Leveza, é o que se quer!
Há momentos na nossa vida em que as nossas definições, imposições e restrições se esbatem e nós nos permitimos divagar por ideias, pensamentos e desejos que normalmente não ousamos admitir porque nos causam desconforto ou nos parecem errados por qualquer motivo. Mas por vezes relaxamos e permitimo-nos sentir tudo aquilo que recalcamos e escondemos dos outros e até de nós mesmos. E não é preciso nada, nem mais ninguém naquele momento, só nós mesmos e a nossa intensidade essencial.
É tão bom sacudir de nós o pó e a poeira que são os outros e as suas mesquinhices e pequenez, não precisamos desse peso e dessa névoa que muitas vezes nos faz perder o que realmente interessa. Quero mais é sacudir a alma e dançar... isto sim, faz falta... e faz muito bem... Leveza, é o que se quer!
Por mais que o dia pareça interminável e custe a passar, ele eventualmente chega ao fim. E cada pôr do sol traz consigo a promessa de um novo dia enquanto a noite espreita.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Impulsos & Tentações

Fui às compras à procura de uma prenda, e encontrei-a... e não só... encontrei também o meu diabinho que gosta de compras... e ele sentou-se no meu ombro e sussurou-me ao ouvido aquilo que eu queria ouvir... e eu é claro, cedi à tentação...
Não precisas mas é lindo, faz-te mal mas dá-te prazer... é engraçado como encontramos sempre forma de racionalizar tudo, até o argumento mais estúpido te serve de desculpa para fazer algo que tens vontade, algo que queres porque sim, apesar de saberes que essa não será a escolha mais acertada... deixas-te levar pelo prazer do momento... e isto aplica-se a tudo nas nossas vidas...
Às vezes agimos sem pensar muito bem naquilo que fazemos... mesmo sabendo que o que estamos a fazer não é a melhor opção para nós, escolhemos ignorar as consequências e tomamos decisões por impulso no calor do momento... muitas vezes até é bom, outras já não é tão bom...
Seja como for, cedendo ou não aos nossos impulsos, é importante que tenhamos a consciência de que os nossos actos têm consequências, sejam elas agradáveis ou desagradáveis, esperadas ou inesperadas...
Tal como as regras existem para serem quebradas (não todo o instante claro), as tentações existem para que possamos cair nelas de vez em quando.
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