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domingo, 17 de fevereiro de 2013


Adoro reuniões espontâneas! Quantas vezes as melhores coisas são aquelas que não são planeadas e são decididas no próprio momento.
O improvável por vezes acontece, e há coincidências (se é que as coincidências existem) muito curiosas.
Há certas coisas que não sei definir se são coincidência ou se são "encontros" previamente marcados... mas seja como for, ainda bem que acontecem! Fazem falta e dão sal à vida
Quando as vontades e disposições se juntam fazem-se coisas muito boas e gravam-se no nosso livro de memórias pedaços fantásticos de felicidade.

sábado, 26 de janeiro de 2013

RESOLUÇÕES DE ANO NOVO


Eu tinha decidido que este ano iria fazer algumas (bastantes) mudanças na minha vida... quero tudo novo!
Pois bem... alguns dos meus objectivos estão bem pertinho de se concretizarem, o que me tem posto um grande sorriso no rosto.
Claro que faltam algumas coisas ainda e falta limar arestas, mas posso ficar feliz por já ter conseguido o que consegui... o resto ainda está por vir, e vou esforçar-me por conseguir o que me falta... vamos ver como corre... inevitavelmente há sempre resoluções que vão ficar para trás, mas vou tentar que as importantes não se esbatam ao longo dos meses.
Também é verdade que em tão pouco tempo já tive perdas este ano, mas quanto a estas não há nada a fazer, ficam as saudades e as memórias e o sentimento de gratidão pelos bons momentos vividos.
Já pensei em tantas coisas que quero fazer neste ano, não sei se vou ter tempo para fazer tudo aquilo que quero.
E com tudo isto, estava aqui a pensar que é engraçado como algumas pessoas adquirem importância nas nossas vidas, por vezes é nos sítios e momentos mais improváveis que encontramos verdadeiros amigos, pessoas com quem nos identificamos e temos tanto em comum, e com quem partilhamos tantos momentos muito especiais, e que nos incentivam a querer e a ser mais e melhor.
Surpresas, surpresas... venham elas!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Os altamente improváveis


Há momentos em que somos apanhados desprevenidos pela improbabilidade dos acontecimentos.
Que dizer de quando algo que parece altamente improvável e distante nos alcança? Que fazer quando somos desarmados pelos acontecimentos? Será melhor parar, respirar fundo e reflectir ou deixar-nos ir na corrente sem rumo conhecido que nos arrasta? Há tanto em que pensar, como poderemos deixar de pensar e será que queremos deixar de pensar?
...Consequências, o querer, momentos, o sentir, o estar, arrependimentos, a inércia, a acção...
Os impulsos em si mesmos são bons, eles de certa forma libertam-nos e providenciam-nos o escape de que necessitamos, mas nem sempre esses impulsos nos fazem bem, ou fazem bem aos que nos rodeiam,
E realmente nem tudo o que sentimos e queremos é o melhor para nós, e ainda assim continuamos a insistir em caminhar para o fogo sabendo à partida que nos vamos queimar... é curioso ver como todos somos assim, acho que é inerente à condição humana. Tenho várias cicatrizes de queimaduras e todas elas cheias de significado... gosto delas, são minhas e só minhas.
Os prováveis acontecem sempre, é o corriqueiro... e os improváveis, esses sim são as reviravoltas e o sal (ou as ervas aromáticas, já hoje em dia não se pode utilizar muito sal que faz mal à saúde) e vão continuar a acontecer e ainda bem. O que fazer quando o inesperado e improvável se nos apresenta? Não sei... acho que não há receitas. Umas vezes pensa-se outras simplesmente age-se e pensa-se mais tarde ou não se pensa mesmo e pronto. Cada situação é única, cada momento é irrepetível e cada um de nós é único e irrepetível em si mesmo.
Venham de lá os improváveis que eu gosto mesmo é de improvisar e de rasgar guiões, em tudo...