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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

To reflect upon





A red this text onde and found it to be interesting, so here it is.

ARE YOU WITH THE RIGHT PARTNER? 

During a seminar, a woman asked, "How do I know if I am with the right person?" The author then noticed that there was a large man sitting next to her so he said, "It depends. Is that your partner?" In all seriousness, she answered "How do you know?" Let me answer this question because the chances are good that it's weighing on your mind replied the author. Here's the answer. Every relationship has a cycle… In the beginning; you fall in love with your partner. You anticipate their calls, want their touch, and like their idiosyncrasies. Falling in love wasn't hard. In fact, it was a completely natural and spontaneous experience. You didn't have to DO anything. That's why it's called "falling" in love. People in love sometimes say, "I was swept of my feet."Picture the expression. It implies that you were just standing there; doing nothing, and then something happened TO YOU. Falling in love is a passive and spontaneous experience. But after a few months or years of being together, the euphoria of love fades. It's a natural cycle of EVERY relationship. Slowly but surely, phone calls become a bother (if they come at all), touch is not always welcome (when it happens), and your spouse's idiosyncrasies, instead of being cute, drive you nuts. The symptoms of this stage vary with every relationship; you will notice a dramatic difference between the initial stage when you were in love and a much duller or even angry subsequent stage. At this point, you and/or your partner might start asking, "Am I with the right person?" And as you reflect on the euphoria of the love you once had, you may begin to desire that experience with someone else. This is when relationships breakdown. The key to succeeding in a relationship is not finding the right person; it's learning to love the person you found. People blame their partners for their unhappiness and look outside for fulfillment. Extramarital fulfillment comes in all shapes and sizes. Infidelity is the most common. But sometimes people turn to work, a hobby, friendship, excessive TV, or abusive substances. But the answer to this dilemma does NOT lie outside your relationship. It lies within it. I'm not saying that you couldn't fall in love with someone else. You could. And TEMPORARILY you'd feel better. But you'd be in the same situation a few years later. Because (listen carefully to this): The key to succeeding in a Relationship is not finding the right person; it's learning to love the Person you found. SUSTAINING love is not a passive or spontaneous experience. You have to work on it day in and day out. It takes time, effort, and energy. And most importantly, it demands WISDOM. You have to know WHAT TO DO to make it work. Make no mistake about it. Love is NOT a mystery. There are specific things you can do (with or without your partner), Just as there are physical laws Of the universe (such as gravity), there are also laws for relationships. If you know how to apply these laws, the results are predictable. Love is therefore a "decision". Not just a feeling. Remember this always: God determines who walks into your life. It is up to you to decide who you let walk away, who you let stay, and who you refuse to let GO! 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

domingo, 15 de agosto de 2010

Relações ou Ralações?


Ao ler os posts de alguém ;) não pude evitar começar mais uma vez a pensar em como hoje em dia parece ser difícil amar alguém, porque parece que à partida te são logo exigidas definições, responsabilidades, comportamentos e sei lá mais o quê para algo que ainda estás a descobrir o que é, mas que já o querem catalogar e definir de acordo com o que a sociedade no geral e as pessoas que te rodeiam, ou aquela outra pessoa em particular acham que deve ser...
Onde está então a espontaneidade? Como dar início então a algo novo, se alguém se recusa a ver mais além e sair para fora da caixa em que nos põem?
Com tudo o que já vivi na minha vida, todas as relações e ralações, aprendi muito, vivi no mais doce dos paraísos e também desci ao mais escuro dos infernos, mas sempre me reergui e até renasci das cinzas e tudo isto me fez dar ainda mais valor ao amor e sentimentos, mas de tal forma a que me forçei a ser mais cautelosa e a não entrar em promessas vãs, mas a vontade de ser amada e dar amor nunca se extinguiu, aliás é maior que nunca. Mas com todos estes constrangimentos, já não sei se saberei exprimir amor... porque é que algo que me era tão fácil e natural sobre o qual não me era preciso pensar, agora se tornou difícil e estranho e me provoca sentimentos de desadequação?
Confesso que já não sei muito bem como é que raios uma pessoa deve agora agir... sempre foi tão fácil e não faço ideia como e quando é que se tornou tão complicado estar com alguém de quem se gosta. Será que é preciso ir à velocidade da luz porque estou a chegar a uma idade em que deveria já estar de acordo com os moldes da sociedade? Mas que idade é essa? Mas existe mesmo essa "categoria"?
Já ouvi umas quantas vezes o "porque é que não tens namorado?", "já está mais que na hora de teres um namorado a sério!", "já devias ter juízo e acertar-te na vida!" Mas que raio é isto? Mas que obsessão é esta em tornar-me em algo mais conforme com as vidinhas dos outros? Afinal sou eu que decido o sentido em que vai a minha vida e não os outros! Porque é que insistem em querer opinar sobre algo que não vos diz respeito?! E depois ainda se espantam quando me rio nas vossas caras e ignoro essas "preocupações"?
E outra, quem decide a pessoa ou pessoas com quem quero estar sou eu! Não são os outros que têm que opinar acerca da "adequação" ou falta dela, esta pessoa ser mais ou menos conforme com todas as outras que por aí existem. Sinceramente não me interessa fazer parte da "carneirada", quero algo meu, um original e não uma cópia, e de preferência de improviso porque tem outro gosto muito mais doce...
Quem eu sou hoje, é o reflexo de todas as pessoas e acontecimentos do meu passado que estão sempre presentes, de uma forma mais ou menos consciente, na forma como ajo, nas coisas que desejo e tenho vontade de fazer, em tudo aquilo que procuro... já fui muito muito feliz durante muito tempo e é por isso que sei que a força e vontade de ter o que quero está dentro de mim e que sei amar as pessoas e a vida e não me vou contentar com amostras ou pedaços porque eu quero tudo, não quero a conveniência, quero algo para além disso... mas lá está, parece que estou desadequada ou desenquadrada de como devem ser as relações hoje em dia, parece que é só dores de cabeça umas atrás das outras e problemas porque se disse ou não se disse, se fui ou não fui, fez-se ou não se fez, porque se olhou ou não se olhou, etc... sei lá! São muitas as regras e discussões que depois não nos levam a lado nenhum e só nos fazem andar em círculos e nos deixam a cabeça em água quando tentamos encontrar um sentido para tudo isso...
Agora é mais difícil perceber o que se pode ou não fazer, o meu passado faz parte de mim, não posso simplesmente rasgá-lo da minha vida e não gosto mesmo nada que me digam com quem posso ou não falar... é que era só o que me faltava que me tentassem controlar! Eu preciso ser livre para expressar quem sou e gosto que as pessoas à minha volta também se sintam livres para serem quem são, só sendo verdadeiros para com nós mesmos poderemos ser felizes... se estou certa ou não não sei...
Será que existe apenas uma forma certa de demonstrar amor e carinho? Não acredito nisso, somos todos tão diferentes uns dos outros que essa diversidade também tem de se manifestar na nossa forma de amar... "Encaixamos" melhor numas pessoas que noutras... Gosto de desafios e diferenças, não quero alguém igual amim, isso não! O que eu não gosto é que todos os dias tenham de ser uma luta com discussões e desentendimentos constantes.. é muito pesado e suga-me a alegria... não leva a nenhum lado bonito...
Talvez um dia encontre alguém que me faça mudar... ou melhor, talvez um dia encontre alguém que considere que não seja preciso mudar e as coisas voltem a ser mais fáceis e tranquilas...
Um dia deixo as RALAÇÕES e talvez volte a ter uma RELAÇÃO!