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domingo, 29 de março de 2015
É triste ter de ser a portadora de más notícias, ter de olhar nos olhos de alguém e dizer-lhes aquilo que não querem mesmo ouvir. Custou-me imenso ter aqueles olhos postos em mim a revelar um sentimento de esperança e ter de ser eu a destruir essa esperança, custa... custou-me... a voz custou a sair, mas lá teve de ser. Alguém teria de o fazer, e coube-me a mim ter esse papel.
Enfim, nada é definitivo, tudo muda sem aviso e muitas vezes de forma totalmente inesperada... mas ainda assim o estômago embrulha-se e a tranquilidade vai-se... o que tem de ser, tem de ser, quer se goste ou não...
De momento faltam-me as palavras para mais...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Do A ao B?
É no mínimo engraçado a forma como a vida decorre... Os acontecimentos sucedem-se uns aos outros, e muitas vezes mal temos tempo de respirar e apreender verdadeiramente o que se está a passar... tudo muda tão depressa e tão lentamente ao mesmo tempo.
A simplicidade de outrora perdeu-se no passar dos anos e as complicações e implicações cresceram exponencialmente. Já quis tanta coisa que hoje já pouco ou nada me diz. Tantos planos e sonhos que foram ficando pelo caminho. Há tantas coisas que pensamos que queremos e achamos ser o melhor para nós mesmos e com o tempo acabamos por pensar de forma oposta e abandonar as antigas crenças e desejos... e ainda bem que mudamos, isso só demonstra que existe evolução. Mas... e se fosse tão fácil e linear (como tão ingenuamente acreditávamos) ir do ponto A ao ponto B? Será que as escolhas que faríamos seriam as mesmas? Certamente que não, se não existem dificuldades e desafios não há aprendizagem, e lá vem a acomodação, o "confortávelzinho"...
Linhas rectas raramente existem... mas será que existe alguma forma de saber a distância, a verdadeira distância entre A e B? Será que se pode de alguma forma encurtar essa distância? É que às vezes tantas curvas aborrece... e eu tenho alguma tendência para enjoar quando são muitas curvas consecutivas... true story... mas, quando sabemos que já chega? Por vezes é difícil saber, mas normalmente, simplesmente sabemos e lá vamos. É que por várias vezes já saltei do A directamente para o C ou mesmo para as muitas outras letras do alfabeto... afinal, com quantas mais letras se conheçam, tantas mais palavras podemos formar, e o que são as letras senão representações gráficas de sons que em harmonia nos permitem exprimir e comunicar? É preciso fazer música, ouvi-la e dançar, e dançar muito!
A vida é uma teia de enredos, não há caminhos directos, há alguns becos sem saída e muitos caminhos que se entrelaçam numa tapeçaria infindável.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Um pequeno apontamento...
Amor incondicional...
Isso existe? Amar alguém de forma completa, sem condições, sem restrições, sem reservas, doar-se sem pedir nada em troca e aceitando tudo? Afinal o que é isto? Não estou a falar do amor por um filho porque esse sim acredito plenamente que seja incondicional, imensurável e infindável... não é a isso que me refiro, nem quero ir por aí.
Estou aqui a divagar sim, sobre amar aquela pessoa que achamos que nos completa, que nos faz feliz, com quem queremos estar. Será possível amar alguém assim mais que tudo? Mais que a nós mesmos? Isto porque o ser humano é egoísta, nós estamos com as pessoas de quem gostamos porque essas pessoas nos fazem sentir felizes, ou seja, gostamos do ou dos, sentimentos que essas pessoas nos fazem sentir. As condições existem sempre, o tempo todo? Ou pelo contrário a ausência de qualquer condição é real, só às vezes, o tempo todo, ou nunca? As pessoas são mesmo capazes de amar desta forma ou serão só os animais que o conseguem fazer?
Será que o amor é tudo ou nada? Ou temos/damos tudo ou não temos/damos nada?
...O mundo não é preto e branco...
Prefiro estradas com dois sentidos do que vias de sentido único. Para haver um Nós, tem de haver um Eu e um Tu. Se algum destes desaparece ou de esbate o Nós também se irá diluir e enfraquecer.
Sei lá... tudo isto são ideias soltas que por vezes se passeiam na minha mente... divagações... não necessariamente crenças inabaláveis e imutáveis, nada disto é vinculativo.
E sei que nem sempre faço muito sentido nestas divagações, mas nem tudo tem de fazer sentido, nem tudo tem de ser uma verdade pura... neste momento apetece-me apenas... escrever.
Eu sei sim que sou alguém incondicionalmente em mudança, e felizmente as minha opiniões, crenças, sentimentos e desejos vão mudando e evoluindo. Ficar estática é que não!
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
To reflect upon
A red this text onde and found it to be interesting, so here it is.
ARE YOU WITH THE RIGHT PARTNER?
During a seminar, a woman asked, "How do I know if I am with the right person?" The author then noticed that there was a large man sitting next to her so he said, "It depends. Is that your partner?" In all seriousness, she answered "How do you know?" Let me answer this question because the chances are good that it's weighing on your mind replied the author. Here's the answer. Every relationship has a cycle… In the beginning; you fall in love with your partner. You anticipate their calls, want their touch, and like their idiosyncrasies. Falling in love wasn't hard. In fact, it was a completely natural and spontaneous experience. You didn't have to DO anything. That's why it's called "falling" in love. People in love sometimes say, "I was swept of my feet."Picture the expression. It implies that you were just standing there; doing nothing, and then something happened TO YOU. Falling in love is a passive and spontaneous experience. But after a few months or years of being together, the euphoria of love fades. It's a natural cycle of EVERY relationship. Slowly but surely, phone calls become a bother (if they come at all), touch is not always welcome (when it happens), and your spouse's idiosyncrasies, instead of being cute, drive you nuts. The symptoms of this stage vary with every relationship; you will notice a dramatic difference between the initial stage when you were in love and a much duller or even angry subsequent stage. At this point, you and/or your partner might start asking, "Am I with the right person?" And as you reflect on the euphoria of the love you once had, you may begin to desire that experience with someone else. This is when relationships breakdown. The key to succeeding in a relationship is not finding the right person; it's learning to love the person you found. People blame their partners for their unhappiness and look outside for fulfillment. Extramarital fulfillment comes in all shapes and sizes. Infidelity is the most common. But sometimes people turn to work, a hobby, friendship, excessive TV, or abusive substances. But the answer to this dilemma does NOT lie outside your relationship. It lies within it. I'm not saying that you couldn't fall in love with someone else. You could. And TEMPORARILY you'd feel better. But you'd be in the same situation a few years later. Because (listen carefully to this): The key to succeeding in a Relationship is not finding the right person; it's learning to love the Person you found. SUSTAINING love is not a passive or spontaneous experience. You have to work on it day in and day out. It takes time, effort, and energy. And most importantly, it demands WISDOM. You have to know WHAT TO DO to make it work. Make no mistake about it. Love is NOT a mystery. There are specific things you can do (with or without your partner), Just as there are physical laws Of the universe (such as gravity), there are also laws for relationships. If you know how to apply these laws, the results are predictable. Love is therefore a "decision". Not just a feeling. Remember this always: God determines who walks into your life. It is up to you to decide who you let walk away, who you let stay, and who you refuse to let GO!
ARE YOU WITH THE RIGHT PARTNER?
During a seminar, a woman asked, "How do I know if I am with the right person?" The author then noticed that there was a large man sitting next to her so he said, "It depends. Is that your partner?" In all seriousness, she answered "How do you know?" Let me answer this question because the chances are good that it's weighing on your mind replied the author. Here's the answer. Every relationship has a cycle… In the beginning; you fall in love with your partner. You anticipate their calls, want their touch, and like their idiosyncrasies. Falling in love wasn't hard. In fact, it was a completely natural and spontaneous experience. You didn't have to DO anything. That's why it's called "falling" in love. People in love sometimes say, "I was swept of my feet."Picture the expression. It implies that you were just standing there; doing nothing, and then something happened TO YOU. Falling in love is a passive and spontaneous experience. But after a few months or years of being together, the euphoria of love fades. It's a natural cycle of EVERY relationship. Slowly but surely, phone calls become a bother (if they come at all), touch is not always welcome (when it happens), and your spouse's idiosyncrasies, instead of being cute, drive you nuts. The symptoms of this stage vary with every relationship; you will notice a dramatic difference between the initial stage when you were in love and a much duller or even angry subsequent stage. At this point, you and/or your partner might start asking, "Am I with the right person?" And as you reflect on the euphoria of the love you once had, you may begin to desire that experience with someone else. This is when relationships breakdown. The key to succeeding in a relationship is not finding the right person; it's learning to love the person you found. People blame their partners for their unhappiness and look outside for fulfillment. Extramarital fulfillment comes in all shapes and sizes. Infidelity is the most common. But sometimes people turn to work, a hobby, friendship, excessive TV, or abusive substances. But the answer to this dilemma does NOT lie outside your relationship. It lies within it. I'm not saying that you couldn't fall in love with someone else. You could. And TEMPORARILY you'd feel better. But you'd be in the same situation a few years later. Because (listen carefully to this): The key to succeeding in a Relationship is not finding the right person; it's learning to love the Person you found. SUSTAINING love is not a passive or spontaneous experience. You have to work on it day in and day out. It takes time, effort, and energy. And most importantly, it demands WISDOM. You have to know WHAT TO DO to make it work. Make no mistake about it. Love is NOT a mystery. There are specific things you can do (with or without your partner), Just as there are physical laws Of the universe (such as gravity), there are also laws for relationships. If you know how to apply these laws, the results are predictable. Love is therefore a "decision". Not just a feeling. Remember this always: God determines who walks into your life. It is up to you to decide who you let walk away, who you let stay, and who you refuse to let GO!
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Será que as pessoas mudam verdadeiramente? Será que podemos voltar a percorrer velhos caminhos mas de forma diferente? Ou substancialmente diferente na tentativa de atingir um destino diferente... sinceramente não sei...
Uma das definições de loucura é fazer exactamente o mesmo esperando obter um resultado diferente... É possível mudar mesmo? Seremos loucos por tentar algo assim? E se não tentarmos estamos a condenar algo que poderia ter alguma hipótese, ainda que ínfima, de sucesso ao fracasso certo?
As nossas decisões fazem-nos e nós fazemos as nossas próprias decisões... Como decidir bem então? Como saber o que escolher, se vamos para a esquerda, direita, frente ou para trás... Andamos às voltas? Paramos?
Se há caminhos que nunca deveriam ser percorridos, parece-me plausível que também hajam caminhos que têm de ser repetidos... e será que tal vale a pena? O que de bom vai trazer uma mera repetição? Será possível pôr uma paisagem nova num caminho antigo e abandonado? Uma simples repetição não poderá levar a nada de bom, se não tal já teria acontecido à primeira e não haveria repetição, apenas continuidade... algo tem sempre de mudar.. mas será que muda?
Como sabemos até que ponto temos de mudar, o que é preciso alterar e como? Errar é humano, isso já todos sabemos apesar de nem sempre nos lembrarmos disso em dados momentos. É por tentativa e erro que se aprende... mas e quando nos iludimos e pensamos que nós ou algo ou alguém mudou e na verdade depois vamos ver e está tudo igual?
Sim, porque se nos desiludimos, foi porque em algum ponto nos iludimos, vimos algo que não existia sem ser na nossa cabeça. As desilusões acontecem por nossa causa e não pelos outros, afinal fomos nós que pusemos as lentes cor-de-rosa (ou de outra cor qualquer) e vimos aquilo que parecia em vez daquilo que realmente é, talvez só víssemos o que desejávamos ver.
Onde fica o limite? O limite que cada um de nós estabelece para que determinada situação avance ou perdure no tempo... teremos necessidade de continuamente testar os nossos limites em todos os aspectos da nossa vida? Felizmente esses limites até costumam ser dinâmicos e não estáticos... Mas e se esse limite é ultrapassado? Como e quando sabemos? E que consequências daí advêm?
Realmente o equilíbrio é algo difícil de se encontrar... e ao que parece impossível de manter durante muito tempo, o que não é necessariamente mau, porque nos força a sair de situações menos boas e a procurar algo melhor e mais de acordo com quem somos e com o que queremos.
Muda-se ou não se muda? Repete-se ou ignora-se? Aceita-se como é ou inventa-se algo que não é (ainda que tal não seja feito de forma consciente)? Decidimos ou já está decidido?
Pffffff! Sei lá! VIVE-SE! Não vale a pena fazer muitos planos, é bom tem um rumo, um objectivo mas é imperativo ser flexível e ter vontade de fazer acontecer e transformar.
Vamos ver o que acontece... afinal o amanhã está mesmo aí...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
E quando menos se espera tudo muda!
Sem aviso as oportunidades apresentam-se e cabe a nós decidir se as agarramos ou deixamos ir com os dias.
Há coisas que queremos durante tanto tempo que sem darmos por isso deixam de fazer sentido e há outras que após tanto desejar e tentar alcançar conseguimos com um estalar de dedos repentino que nos surpreende...
Que será que me espera a seguir à curva? Doçura ou travessura?
Que personagens irão entrar nesta história? E a despedida daquilo que conheço como será? Um novo ciclo aproxima-se... out with the old... in with the new!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
O Tempo voa... ou então não!
O tempo é algo de estranho... passa tão depressa e tão devagar ao mesmo tempo. E é algo que não se consegue possuir, tal como a água que nos escorre por entre os dedos por mais que se tente segurar.
Parece que ainda ontem era uma miúda... hoje sou uma mulher... No entanto, sinto-me a mesma miúda de há 10 anos atrás, mas uma miúda que sente de forma diferente, e isso deve-se a tudo à variedade de experiências que tenho vivido, umas boas, outras más mas todas elas são parte de quem eu sou hoje.
Matei e descartei sonhos antigos, criei e alimentei novos, mantive e ou retransformei alguns outros... mas nunca, nunca deixei de sonhar e traçar objectivos para conseguir o que quero.
O tempo mudou-me e não me mudou ao mesmo tempo... é estranho esta contradição.
Hoje mesmo estou impaciente por algo que ainda vai demorar uns dias a acontecer, e a minha impaciência vai continuar a crescer, mas sei que está próximo. O pior são mesmo aquelas coisas que desejo mas não estão nada certas, essas sim exigem mais paciência.
Este é um tema recorrente para mim, o tempo, já por várias vezes que escrevo sobre ele aqui no blog, e penso que ainda irei escrever sobre ele mais umas boas vezes.
domingo, 21 de novembro de 2010
A inconstante permanência

Porque será que temos tendência a acreditar que muitas coisas na vida são permanentes, apesar de termos presentes um sem número de factos que provam exactamente o contrário?
Acreditamos que o amor, a amizade, a juventude e as pessoas que nos são queridas são eternas, quando sabemos exactamente que tal não é possível porque não há nada nesta vida que não se transforme... a mudança é algo constante que nos acompanha sempre ainda que não a possamos sentir ou queiramos aceitar. Aliás, quando relutamos em aceitar que a mudança acontece nas nossas vidas, é quando pior nos vamos sentir, porque vamos estar a lutar contra algo inevitável e vamos estar a ir contra nós mesmos porque não somos seres estáticos e sim seres que estão em constante evolução.
Não há nada que dure para sempre, mas não porque as coisas, os sentimentos, as pessoas simplesmente acabam, não, elas transformam-se, evoluem, o que nem sempre é fácil e algumas vezes até nos custa bastante, mas é assim que tem de ser.
Aprendemos não só com os momentos de felicidade mas também com os momentos de tristeza e sofrimento. Eu acredito que a pessoa que realmente somos, a nossa mais verdadeira essência, ela permanece inalterada, no entanto, nós vamo-nos refinando ao longo do tempo com as experiências que vamos coleccionando...
Acho que o que é essencial em mim permance e acompanha o turbilhão das mudanças que o tempo traz na procura constante por um equilíbrio difícil de encontrar...
O tão desejado equilíbrio é difícil de encontrar porque como seres humanos que todos somos, à medida que conseguimos algo que desejamos, daí vamos querer sempre mais. Somos seres com uma tendência à insatisfação, queremos sempre mais e ainda bem, porque assim não nos acomodamos a algo, vamos procurar sempre algo melhor e mais de acordo com o momento em que vivemos, porque o que queremos também vai mudando ao longo do tempo, reflectindo as mudanças que nós mesmos atravessamos...
Não sei o que me vai acontecer amanhã mas sei que eu vou sempre querer mais e melhor... algumas coisas vou conseguir, outras não... mas o que eu quis ontem não é o que quero hoje, nem vai ser o que vou querer amanhã (seja lá o que isso for)!
Beijos para vocês
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Uma pedra no charco...

Às vezes faz falta uma pedra no charco. É preciso agitar as àguas de vez em quando, é preciso oxigená-las, porque convenhamos que àguas estagnadas não encantam ninguém. Quem gosta de àguas estagnadas são os microorganismos e vermes que vivem na escuridão opaca que não deixa ver a luz do sol.
É preciso mudar, evoluir de vez em quando, o que não quer dizer que nós e o nosso mundo tenhamos de estar em constante desassossego porque também faz falta deixar a poeira assentar e disfrutar dos momentos.
O que já não é tão bom é a acomodação, quando nos deixamos ficar numa situação que já não nos satisfaz mas que é confortável e onde não nos precisamos de esforçar muito... a rotina também mata... e mata devagarinho...
Por vezes queremos tudo e queremos tanto que cegamos para o resto que não seja o nosso objecto de desejo naquele momento da nossa existência. Perdemos um pouco o contacto com o outro, e o que é pior, com nós mesmos... e o equilíbrio é algo de muito necessário que nesse instante deixa de existir... e recuperá-lo, nem sempre é tarefa fácil, mas eventualmente é possível recuperá-lo.
Aquele impulso disruptivo do cair da pedra nas nossas àguas é algo de fantástico porque, se por um lado, baralha tudo aquilo que nos é familiar, por outro lado, é o impulso criador de algo novo e sem precedentes que vamos de experienciar...
Para sermos felizes, temos de sair da nossa caixinha linda e decorada a nosso gosto... só assim vamos perceber que ela não é perfeita e que a perfeição é algo que simplesmente não existe...
Viver é arriscado e nada fácil... mas na maior parte das vezes é tãaao boooommm...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Where to?

Estava para aqui a pensar com os meus botões... preciso de algo novo... uma novidade, um novo horizonte na minha vida... será um trabalho novo? uma mudança de código postal? um "alguém"? um hobbie diferente? ... não sei... só sei que tenho fome de algo diferente... terei de olhar bem fundo para dentro de mim e reflectir sobre o que é que estou a sentir falta realmente... são tantas as coisas que quero... como sou impaciente e quero tudo agora e já mas sei bem que tal dificilmente se consegue, o que me cria esta insatisfação e impaciência, esta inquietude... preciso realmente de treinar a minha paciência...
Acho que talvez precise também de definir alguns objectivos gerais, uma meta, para não ser apenas uma caravela à deriva que é empurrada ou fica parada consoante existe ou não vento... gosto de viver o dia a dia, sim, nem vou deixar de o fazer nunca, mas talvez deva ao menos virar o tal barco numa certa direcção (que ainda preciso descobrir) enquanto vou navegando pelas àguas calmas ou turbulentas desta minha vida que vale por aquilo que vale... mas é a minha!
A única coisa que sei é que quero ser feliz!
É esta a vida que tenho para sonhar e concretizar, e embora saiba que os meus sonhos serão sempre melhores e mais próximos da perfeição que a realidade em que me movo e vou mover, isso não me impede de os sonhar e tentar moldar o barro da realidade o mais próximo que conseguir dos sonhos que me preenchem e iluminam por dentro...
Se acredito que há momentos, pessoas, acontecimentos que nos estão destinados? Sim, acredito, sei que sim... mas também acredito que o nosso destino não está completamente pré-determinado no momento em que nascemos, inspiramos e abrimos os olhos para o mundo, cada um de nós que tem algo a dizer, não somos simples marionetas nas mãos do destino... Somos nós que vamos construindo a nossa história ao escolhermos este ou aquele caminho...
...Got to keep walking...
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